Kassio Nunes Marques é o atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). | Foto: Divulgação/TSE
Missão eleitoral da UFRJ pede transparência nas decisões da Justiça Eleitoral e esclarecimentos sobre denúncias envolvendo plataformas digitais na eleição presidencial
Publicado 14 de outubro de 2026 às 13:59
Uma missão de observação eleitoral ligada à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) cobrou transparência nas decisões da Justiça Eleitoral e pediu esclarecimentos sobre denúncias envolvendo plataformas digitais na eleição presidencial. Em comunicado divulgado nesta quarta-feira (14), o grupo também defendeu que as regras eleitorais sejam aplicadas de forma igualitária.
O comunicado aborda questionamentos sobre decisões judiciais, tratamento dado às candidaturas e atuação das grandes empresas de tecnologia. Segundo a missão, esses pontos exigem atenção pelo possível impacto na confiança pública no processo eleitoral.
Entre os casos citados está a suspensão do canal “Exército do Lula”, associado ao deputado federal André Janones (Rede-MG). A medida foi determinada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, conforme a fonte da informação. A missão também questiona o tratamento dado a canais e conteúdos relacionados a diferentes candidaturas, segundo o ICL Notícias.
A missão também pediu esclarecimentos sobre denúncias envolvendo a Meta, empresa responsável pelo Instagram e pelo Facebook, e a plataforma X.
A campanha do presidente Lula (PT) alega que publicações favoráveis a Flávio Bolsonaro (PL), seu adversário na disputa, recebem tratamento mais vantajoso nas redes. A alegação deve ser tratada como uma declaração da campanha, e não como comprovação de interferência das empresas na eleição.
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A missão defendeu que a atuação da Justiça Eleitoral siga critérios de imparcialidade, transparência e segurança jurídica. Também pediu que os questionamentos sobre a condução da eleição sejam examinados.
Após o primeiro turno, a missão informou que não havia identificado ocorrências que indicassem interferência estrangeira durante o período observado. No comunicado divulgado nesta quarta-feira (14), o grupo abordou questionamentos sobre decisões da Justiça Eleitoral e denúncias envolvendo plataformas digitais.
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