Georadar auxilia na identificação de alterações e estruturas no subsolo | Foto: Divulgação/Seap
O sistema penitenciário do RN receberá equipamentos avaliados em mais de R$ 2,6 milhões para reforçar a fiscalização e a segurança das unidades prisionais. O pacote inclui georadar, drones e aparelhos de raio-X portáteis, que serão destinados ao Estado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN).
Um dos equipamentos que mais chama atenção é o georadar, usado para mapear o subsolo e identificar alterações em estruturas enterradas. A tecnologia pode auxiliar os policiais penais na localização de escavações, possíveis túneis, fissuras e outras alterações no terreno.
O equipamento também poderá ser utilizado na identificação de possíveis estruturas relacionadas a tentativas de fuga e de outras vulnerabilidades das unidades prisionais.
Enquanto os equipamentos destinados ao RN ainda não são incorporados à rotina do sistema, policiais penais já estão sendo treinados com aparelhos disponibilizados pela própria SENAPPEN.
Nesta semana, as atividades ocorreram na Penitenciária Estadual de Alcaçuz e na Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga, ambas em Nísia Floresta, na Grande Natal. A capacitação inclui o uso dos equipamentos em ações de fiscalização, monitoramento e inteligência.
Segundo a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap), o conjunto de equipamentos está avaliado em mais de R$ 2,6 milhões.

Os drones também estão sendo utilizados durante a fase de treinamento. Segundo a Seap, eles poderão ampliar o monitoramento das áreas internas e do entorno dos estabelecimentos penais, além de ajudar na identificação de possíveis vulnerabilidades.
A secretaria informou ainda que os drones poderão ser empregados em ações de enfrentamento ao crime organizado.
Além da destinação dos equipamentos, os policiais penais passam por treinamento para aprender a operar as novas ferramentas. A proposta é incorporar os equipamentos às atividades de fiscalização, inteligência e segurança já realizadas nas unidades prisionais.
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A iniciativa reúne a SENAPPEN, a Polícia Penal Federal e a Polícia Penal potiguar e integra a política nacional de modernização do sistema penitenciário.
Segundo a Seap, a incorporação dos equipamentos deve ampliar a capacidade de monitoramento e de resposta do Estado diante de possíveis ameaças à segurança das unidades.te de possíveis ameaças à segurança das unidades.
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