Observadores acompanharam a votação e a apuração dos votos. Foto: Nelson Jr/Secom/TSE
Sete missões internacionais vão observar o segundo turno das eleições presidenciais de 2026, marcado para 25 de outubro. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os representantes acompanharão desde os preparativos para a votação até a apuração dos resultados.
As sete missões estão vinculadas ao Carter Center, à Liga dos Estados Árabes, à Organização dos Estados Americanos (OEA), ao Parlamento do Mercosul (Parlasul), à Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (Rojae-CPLP), à União Europeia e à União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore).
Os observadores vão acompanhar a abertura e o funcionamento das seções eleitorais, além da apuração dos votos. As missões atuam de forma independente e imparcial. Cada uma usa sua própria metodologia e produz relatórios com análises e recomendações.
As mesmas sete organizações acompanharam o primeiro turno. Os relatórios preliminares podem ser consultados no site do TSE. A observação eleitoral é regulamentada pela Resolução nº 23.678/2021.
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No primeiro turno, o Brasil também recebeu 62 representantes de 26 países para conhecer o sistema eleitoral. Eles participaram do Programa de Convidados Internacionais, que promove a troca de experiências entre autoridades e especialistas de diferentes países.
Segundo o TSE, a observação internacional busca contribuir para a transparência e a integridade das eleições, além de ajudar a aperfeiçoar o processo eleitoral.
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