Sistemas desenvolvidos pela ALRN estão em uso ou em processo de implantação em instituições legislativas | Foto: Divulgação/ALRN
Sistemas desenvolvidos pela Assembleia Legislativa do RN já são utilizados ou estão em implantação e negociação com instituições de diferentes estados
Publicado 26 de agosto de 2026 às 15:02
Tecnologias desenvolvidas pela Assembleia Legislativa do RN (ALRN) estão ultrapassando as fronteiras do Estado e despertando interesse de instituições legislativas de outras regiões do país. Atualmente, 45 instituições aparecem no levantamento da Diretoria de Gestão Tecnológica e Inovação da Casa entre órgãos que já usam as ferramentas, estão em processo de implantação ou negociam a adoção dos sistemas.
Entre os novos interessados estão instituições do Paraná, Santa Catarina, Piauí, Ceará e Rondônia, além de Câmaras Municipais
Entre julho e agosto, quatro Câmaras Municipais potiguares passaram a negociar a utilização do Legis Vídeos. No Paraná e em Santa Catarina, cinco novas instituições também demonstraram interesse na ferramenta.
O Legis Vídeos já está presente em Assembleias Legislativas e Câmaras de estados como Rio Grande do Norte, Pernambuco, São Paulo, Minas Gerais, Pará e Paraná.
Entre as soluções desenvolvidas pela equipe da ALRN estão:
Entre as Assembleias que já usam ferramentas da ALRN estão Santa Catarina e Mato Grosso, com o e-Legis e o Legis Plenário. A Assembleia Legislativa do Paraná utiliza o Legis Vídeos.
No Paraná, as tratativas também envolvem Câmaras Municipais. Foz do Iguaçu está entre as instituições interessadas, enquanto Maringá e Lapa aparecem no levantamento como Câmaras em implantação. Curitiba também integra o processo.
No Ceará, a negociação envolve um conjunto maior de ferramentas desenvolvidas pela ALRN. A implantação em discussão inclui e-Legis, Legis Plenário, Legis Vídeos, Observatório da Mulher e o sistema de acompanhamento de emendas parlamentares.
A equipe da Assembleia também mantém contatos com as Assembleias Legislativas do Piauí e de Rondônia.
Segundo Mário Sérgio Gurgel, diretor de Gestão Tecnológica e Inovação da ALRN, o Legis Vídeos tem chamado atenção pelo tempo de implantação. De acordo com ele, após algumas sessões remotas de orientação e configuração, a instituição já pode começar a utilizar a ferramenta para organizar e disponibilizar os registros audiovisuais das atividades legislativas.
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Já o e-Legis e o Legis Plenário exigem uma implantação mais ampla, porque estão diretamente ligados à tramitação e ao funcionamento do processo legislativo. “A procura tem sido constante e os números são dinâmicos”, afirma Mário Sérgio.
Segundo o diretor, não existe uma meta numérica fixa de instituições. O levantamento é atualizado conforme novos órgãos entram nas tratativas ou avançam na implantação. “A procura é crescente e muito dinâmica. Quando uma instituição entra, outras aparecem interessadas. Por isso, nosso acompanhamento é permanente e os números mudam constantemente”, explica.
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