Polícia Civil deflagra operação "Ruptura" contra organização criminosa no Oeste potiguar

Cotidiano

Segurança Polícia Civil deflagra operação “Ruptura” contra organização criminosa no Oeste potiguar

As ações foram realizadas simultaneamente nos municípios de Caraúbas, Mossoró, Natal e Parnamirim, no Rio Grande do Norte, além da cidade de São Paulo (SP)

por: NOVO Notícias

Publicado 5 de agosto de 2026 às 13:00

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, com o apoio da Polícia Militar, da Polícia Penal e da Polícia Civil do Estado de São Paulo, deflagrou, nesta quarta-feira (05), a Operação “Ruptura”, com o objetivo de cumprir mandados judiciais no âmbito de uma investigação que apura a atuação de uma organização criminosa na região Oeste do Estado.

De acordo com as investigações, foram reunidos elementos que apontam a atuação do grupo criminoso, permitindo a identificação de seus integrantes e da estrutura de funcionamento da organização.

Durante as diligências, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão. Outros mandados seguem em fase de cumprimento.

No município de Mossoró, durante a execução de um dos mandados de busca, um homem foi preso em flagrante pela prática do crime de posse ilegal de arma de fogo, após os policiais localizarem munições no imóvel. As diligências continuam com o objetivo de localizar os demais suspeitos.

As ações foram realizadas simultaneamente nos municípios de Caraúbas, Mossoró, Natal e Parnamirim, no Rio Grande do Norte, além da cidade de São Paulo (SP).

O nome “Ruptura” faz referência ao objetivo da operação de desarticular a estrutura da organização criminosa e interromper sua atuação.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos, aprofundar a apuração dos fatos e responsabilizar todos os integrantes do grupo criminoso.

A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população. Informações que possam auxiliar as investigações podem ser repassadas, de forma anônima e segura, por meio do Disque Denúncia 181.

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