Mutirão oferece atendimento gratuito para reconhecimento de paternidade e maternidade. | Foto: Divulgação

Cotidiano

CHAPÉU: CIDADANIA “Meu Pai Tem Nome”: quem perdeu inscrição ainda pode fazer reconhecimento de paternidade de graça neste sábado (1º) em Natal

Mesmo sem inscrição prévia, interessados poderão buscar atendimento no IERN, no Bom Pastor, levando a documentação necessária

por: NOVO Notícias

Publicado 28 de julho de 2026 às 19:22

Quem perdeu o prazo de inscrição para participar do projeto “Meu Pai Tem Nome” ainda poderá buscar atendimento neste sábado (1º), em Natal. A Defensoria Pública do RN (DPERN) confirmou que o mutirão vai atender pessoas que comparecerem ao local com a documentação necessária.

A ação será realizada no IERN Natal, no bairro Bom Pastor, e oferecerá gratuitamente serviços de reconhecimento voluntário de paternidade e maternidade, orientação jurídica, conciliação e mediação familiar. Quando houver necessidade, também poderão ser solicitados exames de DNA.

A iniciativa faz parte da campanha nacional “Meu Pai Tem Nome”, promovida pelo Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (CONDEGE), durante o Mês dos Pais. No RN, a coordenação é do Núcleo de Tratamento Extrajudicial de Conflitos (NUTEC), da Defensoria Pública.

Além da capital, o mutirão também será realizado no dia 7 de agosto nos municípios de Parnamirim, Caicó, São José de Mipibu, Nísia Floresta e Parelhas.

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Os interessados devem comparecer ao local levando documentos pessoais e, sempre que possível, também os documentos da criança ou da pessoa que será reconhecida.

Quem pode participar?

  • Pessoas que desejam fazer o reconhecimento voluntário de paternidade ou maternidade.
  • Quem perdeu o prazo de inscrição também poderá buscar atendimento no local.
  • É necessário apresentar documentos pessoais e, se possível, os da criança ou da pessoa a ser reconhecida.

Serviço

Local: IERN Natal – Av. Capitão-Mor Gouveia, 9688, Bom Pastor

Data: Sábado (1º de agosto)

Custo: Gratuito

Serviços oferecidos:

  • Reconhecimento voluntário de paternidade e maternidade;
  • Orientação jurídica;
  • Conciliação e mediação familiar;
  • Exame de DNA, quando necessário.