Rogério Marinho - Foto: Carlos Moura/Agência Senado

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Eleições Marinho diz que PL ainda não convidou ninguém para vice: ‘Prefiro não fulanizar o processo’

Senador potiguar declarou que partido realizou apenas sondagens informais e busca definir alianças partidárias antes de anunciar a composição majoritária

por: NOVO Notícias

Publicado 21 de julho de 2026 às 08:52

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador político da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República, afirmou nesta terça-feira (21) que o Partido Liberal ainda não fez nenhum convite formal para a definição da vaga de vice-presidente na chapa presidencial. A declaração foi dada na sede da legenda, em Brasília, após reunião com o próprio pré-candidato e com o presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto.

De acordo com Marinho, o anúncio de um nome para a vice ocorrerá somente após a consolidação das coligações partidárias de apoio. O senador pontuou que houve sondagens anteriores, mas negou propostas oficiais. A manifestação ocorre após Valdemar Costa Neto confirmar que as tratativas com a senadora Tereza Cristina (PP-MS) não avançaram. O comando da campanha avalia a indicação de uma mulher com representatividade e capacidade de diálogo com o eleitorado feminino, mantendo sob análise os nomes da administradora Daniella Marques e da deputada federal Simone Marquetto (PP-SP).

O coordenador da pré-campanha também admitiu preocupações internas em relação à consolidação dos palanques regionais de apoio nos estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. No território fluminense, o partido já tem definidos os nomes de Douglas Ruas (PL) como pré-candidato ao governo estadual e de Carlos Portinho (PL) para a disputa ao Senado Federal, com articulações em andamento para garantir as bases de apoio em ambas as unidades federativas.

Outro ponto sob análise da Executiva Nacional é a indefinição na montagem da chapa no Distrito Federal. A articulação local enfrenta indefinições após declarações da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro sinalizando que pode desistir de disputar uma cadeira no Senado Federal nas eleições deste ano.

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