Comércio potiguar mantém sequência de crescimento iniciada em 2025 | Foto: Reprodução

Economia

ECONOMIA RN registra 14º mês seguido de alta no comércio e cresce quase três vezes mais que o Brasil

Vendas de farmácias, cosméticos, móveis e eletrodomésticos puxaram o desempenho em maio; no acumulado do ano, combustíveis e supermercados lideram o avanço

por: NOVO Notícias

Publicado 17 de julho de 2026 às 14:53

O comércio varejista do RN completou 14 meses consecutivos de crescimento. Em maio deste ano, as vendas avançaram 1,4% em relação ao mesmo período de 2025, desempenho quase três vezes superior ao registrado no Brasil, que ficou em 0,4%, segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do IBGE, analisados pelo Instituto Fecomércio RN (IFC).

O resultado colocou o estado entre os destaques do país. O RN registrou a 9ª maior alta entre as 27 unidades da Federação e o 3º melhor desempenho do Nordeste, atrás apenas de Pernambuco (7,4%) e Ceará (2,6%).

As vendas de farmácias, perfumarias, cosméticos, móveis e eletrodomésticos foram as principais responsáveis pelo crescimento em maio. Segundo o IFC, o desempenho ganha ainda mais relevância porque ocorre sobre uma base já elevada: no mesmo mês de 2025, o varejo potiguar havia crescido 4%.

No acumulado de janeiro a maio, o comércio do estado avançou 5%, enquanto a média nacional ficou em 1,7%. Nesse período, o crescimento foi puxado principalmente pelas vendas de combustíveis e de supermercados, colocando o RN com o 5º maior avanço do país e o 2º melhor resultado do Nordeste, atrás apenas de Pernambuco.

O levantamento também mostra que apenas 13 estados brasileiros registraram crescimento nas vendas em maio. O resultado nacional foi influenciado pela queda do varejo nos quatro estados do Sudeste, especialmente em São Paulo, que apresentou retração de 0,9% e tem o maior peso no indicador.

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Já o varejo ampliado, que inclui veículos, motocicletas, peças, materiais de construção e o atacado especializado em alimentos e bebidas, também fechou maio em alta no RN, com crescimento de 0,4%. Apesar da queda nas vendas dos atacarejos, o segmento acumula expansão de 3,3% nos cinco primeiros meses de 2026.