As brasileiras Kátyna Baía e Jeanne Paolini, que foram presas por engano na Alemanha em março deste ano, ainda sofrem as consequências do incidente em suas vidas. De volta ao Brasil, as companheiras de viagem foram diagnosticadas com uma infecção bacteriana na pele. De acordo com a dermatologista que as atende, a doença foi contraída devido ao uso coletivo de roupas e calcinhas enquanto estavam presas em Frankfurt.
Após a troca de malas que as levou para a prisão injustamente, as duas brasileiras passaram por um período difícil e desumano. Elas foram mantidas em celas separadas durante todo o tempo em que ficaram presas, sem acesso aos seus medicamentos, que estavam nas malas retidas pela polícia. Agora, Kátyna e Jeanne buscam reparação na justiça contra os responsáveis pela troca de identificação de suas bagagens.
A Polícia Federal comprovou que as malas das brasileiras foram trocadas por criminosos ainda no Aeroporto Internacional de São Paulo. Elas não tinham conhecimento da presença de drogas em suas malas e foram presas assim que chegaram em Frankfurt, em uma escala para Berlim. Agora, as duas buscam justiça e tentam superar as consequências físicas e emocionais do ocorrido.
Apesar das dificuldades enfrentadas, Kátyna e Jeanne estão determinadas a seguir em frente. Elas confiam que a justiça será feita e esperam que outras pessoas não tenham que passar pelo mesmo que elas passaram.
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