O leilão do Hotel Parque das Costeiras sofreu uma reviravolta na quarta-feira (10). O grupo pernambucano que fez uma oferta de R$ 35 milhões não cumpriu o prazo para depositar 20% do valor, abrindo espaço para que o segundo lugar na disputa, o Ocean Palace, possa exercer direito de compra pelo valor proposto de R$ 33,5 milhões.
O juiz Inácio André de Oliveira tomou a decisão após o primeiro arrematante não ter feito o pagamento à vista do valor ou, pelo menos, o sinal (equivalente a 20%). Segundo as normas do leilão, o responsável pela maior proposta tem um dia útil após a confirmação do arremate para efetuar o pagamento de, pelo menos, 20% do valor acertado.
O advogado Sílvio Ricardo Cordeiro dos Santos, representante do grupo pernambucano, não depositou o valor mínimo e agora o Ocean Palace terá a oportunidade de comprar o imóvel. O segundo arrematante tem até o primeiro dia útil após a decisão para informar o seu interesse em prosseguir com a compra pelo valor de R$ 33,5 milhões.
Ainda há um obstáculo para o Ocean Palace. O juiz determinou que será feita uma análise de condição de preço apresentado. A análise serve para verificar se o valor ofertado pelo segundo arrematante está abaixo do mercado. Caso seja constatado que o valor é menor que o devido, o juiz pode cancelar a venda ou reduzir o valor da oferta.
O Hotel Parque das Costeiras fica localizado na praia de Ponta Negra e possui 330 apartamentos. O imóvel foi colocado à venda pela Justiça do Trabalho por conta de dívidas trabalhistas da antiga proprietária.
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